POETA FRANCIS GOMES

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PALESTRAS, OFICINAS, COMPRA DE OBRAS LITERÁRIAS.

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terça-feira, 29 de março de 2016

Eu



Eu não sou e nem costumo ser como nuvens passageiras.
Nem como chuva de verão que é forte,
Mas logo passa.
Sou como as estações do ano
Que além de não passar tão rápido,
Dura o ano inteiro de formas diferentes,
E todos os anos se repete só para não ser esquecido.





Francis Gomes

Poeta e poesia


A inspiração é chuva
O poeta é terra.
A poesia é rio
O poeta é mar.
A musa é flor
O poeta beija flor.

Francis Gomes


Circuito Nacional de palestras





Projeto “Literatura nas Bordas”, de Sacolinha e Francis Gomes, chega ao Ceará nesta terça-feira (5/4)

Por meio da iniciativa que conta com o subsídio do Edital Bolsas de Fomento à Literatura do governo federal, autores da Associação Cultural Literatura no Brasil (ACLB) divulgarão ações de incentivo à leitura a estudantes de escolas públicas do ensino médio

Distante de Fortaleza em torno de 475 Km., Farias Brito, no Ceará, é mais um município brasileiro carente de ações culturais de incentivo à leitura que receberá os escritores Ademiro Alves, o Sacolinha, e Francis Gomes. A apresentação dos autores da Associação Cultural Literatura no Brasil (ACLB) que integra o projeto “Literatura das Bordas – Palestra-Espetáculo” será nesta terça-feira (5 de abril).

A iniciativa conta com o subsídio do Edital Bolsas de Fomento à Literatura do governo federal, por meio da Diretoria do Livro, Leitura, Literatura e Biblioteca (DLLLB) do Ministério da Cultural (MinC)”.

Assim como nas demais cidades que percorreram, Sacolinha e Gomes falarão sobre literatura e divulgarão suas produções e projetos a alunos do ensino médio de escolas públicas. A palestra será ministrada na biblioteca municipal. No próximo dia 15, os autores susanenses estarão em Berilo, no Vale do Jequitinhonha, em Minhas Gerais, que encerrará o circuito nacional de palestras.

A força da literatura marginal e periférica, tema recorrente nas obras de Sacolinha, e a literatura de cordel que move as produções de Gomes serão alguns dos assuntos abordados. Outros temas como o movimento literário dos últimos anos que ganhou força, sobretudo, com a proliferação dos saraus também terão destaque.

Os estudantes ainda receberão dicas de produção textual e ouvirão relatos de como a literatura é capaz de romper paradigmas e promover a inserção social em comunidades carentes.

Segundo Sacolinha, coordenador do “Literatura nas Bordas”, os objetivos do projeto estão sendo alcançados, o que anima e estimula a continuidade de ações como esta:

“O sucesso cresce a cada município visitado. Começamos em Rio Branco (Acre) com uma palestra, em Candelária (Rio Grande do Sul) devido à procura ampliamos para duas e em João Pessoa (Paraíba) o interesse do público surpreendeu ainda mais e chegamos a ministrar quatro palestras, ou seja, três a mais que o previsto. Em vez de 200 participantes inicialmente previstos, falamos para um público de 500 pessoas”, destaca.


Outras informações sobre o projeto podem ser obtidas no endereço eletrônico sacolagraduado.blogspot.com poetacordeslistafrancisgomes.blogspot.com

Idioma universal



Não tenho ídolos, mas não critico quem tem,
Sou poeta, nordestino, sonhador.
Amo amar as pessoas, me faz bem,
Sou fã de quem é fã do amor.

Acredito que os sentimentos são iguais pra todos,
As emoções, as sensações, o ser feliz ou sofrer.
São, uma espécie de idioma universal
E não precisam traduções pra se entender

A alegria, o sorriso, o perder ou ganhar,
A lágrima, a tristeza, o sofrimento a dor,
Está em cada ser humano, independente da origem,
 Classe social de sua crença ou da cor.

E é por isso, que não tenho ídolos sou o que sou.
Um poeta, nordestino, sonhador.
Amo amar as pessoas, e por onde vou,
Me torno  fã de quem é fã do amor.


Francis Gomes

sábado, 26 de março de 2016

PERFEIÇÃO



Quando vou ao mar
Que olho alem do horizonte
Lá onde ficam os corais.
A onde o mar mudar de cor
Ali na linha do imaginário
Os meus olhos buscam
O inexplicável no infinito.
E sonho contemplando
A grandeza do poder de Deus
Sem explicação.
E lembro-me que,
Olhar nos teus olhos
É como mergulhar
Na imensidão do mar
Que de tão belos arrepia,
Que hipnotiza
Como o cântico da sereia
O pescador.
Olhar nos teus olhos
E como contemplar o mar.
De tão lindo,
A gente só acredita que ele existe
Porque pode contemplar.
Tão lindo tão admirável,
Que até o ateu,
Acredita na perfeição de Deus.


Francis Gomes


Maria

Boa noite Maria
Tão cheia de Graça!
Me faz um carinho
Me beija me abraça
Longe de você
O tempo não passa

Mas quando estou
Preso aos seus braços
Eu perco noção
Do tempo do espaço
E tempo parece
Que alarga seus passos

Não anda ele corre
Voa sei lá
Passa tão rápido
Não dar para explicar
Então, bom dia Maria
Tão cheia de Graça
Me faz um carinho
Me beija me abraça
o tempo não para
Preciso voltar

Francis Gomes


segunda-feira, 21 de março de 2016

Poeta


Dizem que o poeta
É um eterno fingidor
Inventa muitas paixões
Finge sofrer por amor
Muitos chegam afirmar
Que ele é capaz de chorar
Fingindo a própria dor

Mas quem conhece a alma
E os mistérios de um poeta?
Quem conhece os segredos
De sua paixão secreta?
Para falar deste jeito
Que o poeta é um sujeito
Um artista que interpreta!



 Francis Gomes


Eu não entendo
Eu não entendo os sentimentos que eu sinto
Ao mesmo tempo em que falo a verdade minto
Comigo mesmo brigo por causa de ti.
Eu tenho medo
Eu tenho medo de olhar no teu olhar
Ao mesmo tempo quero te admirar
Mas algo em mim me pede para fugir.
Eu quero tanto
Tocar seu corpo e sentir o seu calor
Beijar seu beijo e sentir o teu sabor
Ao mesmo tempo me esforço pra resistir.

Quando te olho
Eu quero tanto te olhar como amiga
Mas outro ser trava comigo uma briga
Porque amiga pra ele é muito pouco.
Eu já não sei
Se sou um poeta que não sabe o que diz
Se sou um homem com medo de ser feliz
Ou sou um louco com medo de ficar louco.

O que eu sei
É que um ser dentro de mim te admira
Que pensa em ti a cada instante que respira
Até delira de vontade de ter,
Estou sentindo,
E é por isso mesmo que me desespero
Que se você chegar a mim e falar quero,
Provavelmente os dois iram amar você.


Francis Gomes


sábado, 19 de março de 2016

Velhice


A velhice não deprime,
Até porque não é crime
E ainda me envaidece
E as rugas quando vêm
Me engrandece também
Ao passo que aparecem
Porque elas me promovem
Ser mais sábios que os jovens
A medida que elas crescem.




Francis Gomes


sexta-feira, 18 de março de 2016

Esta vai para todos bonecos de fantoches que seguem ventos que levam a lugar nenhum pensando que é brisa

HINO DA DEPENDÊNCIA


Não podeis da pátria filhos
Nem ver contete a mãe gentil
Nunca houve liberdade
No horizonte do Brasil

Brava gente brasileira
Perto está  agressor viril
A pátria não ficou livre
Reina a infâmia no brasil

Os grilhões ainda nos forja
Com ira e astucias mil
As crueis mãos poderosas
Ainda zomba do Brasil

As terriveis ímpias falanges
De face  dura e hostil
Fere o peito e a alma
Dos guerreiros do Brasil

Parabéns ôh brasileiro
Bravo povo varonil
Apesar do desrespeito
És a gloria do Brasil



      Francis Gomes

Saudade de minha terra viva

Tela de minha terra viva

Quando deixei minha pátria,
Levei comigo uma tela pintada
Com as imagens, cores e sons de minha terra,
Para que ninguém roubasse isso de mim
Se não a morte.
Ao centro da tela
Uma mata virgem,
Um por do sol,
De olhos vermelhos e lágrimas douradas
Despedindo-se do dia que vai dormindo
E da noite que começa despertar,
Aos cantos dos pássaros
Cortando o céu de asas abertas
Procurando o aconchego noturno das árvores.
Em um canto da tela
A lua desponta por trás da serra,
Se espalhando pelas estradas de terra batida.
Pirilampos voam por entre as folhas,
Parecendo mines estrelas ao nosso alcance.
Sapos cantam a beira do rio
Que sorria em forma de corredeiras
Rumo ao mar.
No outro canto da tela,
A noite dorme,
Os pássaros anunciam a alvorada.
O sol com seus olhos de fogo,
Fere a terra,
É o dia que acorda.
Em mais um canto da tela
Crianças pulam no rio de águas claras
Nadam parecendo piabas
Aos sons das mulheres batendo
Roupas nas pedras,
Eu sou uma delas.
Um dos cantos da tela deixei em branco
Para pintar quando eu retornasse a minha terra.
E retornei.
Vinte anos depois. E chorei, chorei muito.
Preferi deixar em branco
O canto da tela que faltava pintar,
Para não pintar a morte de minha terra.
Sem mata virgem,
Sem pirilampos,
Sem pássaros a cantar na alvorada,
Sem rios, nem estradas de terras.
As únicas coisas que restaram,
O sol, e a lua porque os homens
Não puderam tocar.
Até  o meu céu estrelado,
O embrulharam em um manto preto.
O sol embrutecido fere a terra nua sem compaixão
Toda cheia de estrias.
E lua chora nos lugares ocultos,
Para ninguém ver sua tristeza.
Fiz bem em pintar a tela de minha terra
Ainda viva.


Francis Gomes



quinta-feira, 17 de março de 2016

PALESTRA




Escritores Sacolinha e Francis Gomes serão recebidos na Paraíba na terça-feira (22/3)

Autores da Associação Cultural Literatura no Brasil (ACLB) estarão em João Pessoa com o projeto “Literatura das Bordas – Palestra Espetáculo” para divulgar ações, projetos e criações na área literária

João Pessoa, na Paraíba, será o próximo destino dos escritores suzanenses Ademiro Alves, o Sacolinha, e Francis Gomes, que desde o mês passado participam de um circuito nacional de palestras por meio do projeto “Literatura das Bordas– Palestra-Espetáculo”. Os dois autores regionais membros da  Associação Cultural Literatura no Brasil (ACLB) estarão na capital paraibana na terça-feira (22 de março) para mostrar a estudantes do ensino médio de escolas públicas a força da literatura e sua importância na construção de novos caminhos.

A ação conta com o subsídio do Edital Bolsas de Fomento à Literatura do governo federal, por meio da Diretoria do Livro, Leitura, Literatura e Biblioteca (DLLLB) do Ministério da Cultural (MinC)”, que recebeu inscrições de 80 projetos de todo o País. O “Literatura das Bordas” foi um dos cinco selecionados pelo edital.

Em João Pessoa, Sacolinha e Gomes serão recebidos por um público de 200 pessoas na Biblioteca Municipal. No decorrer da palestra, ambos irão divulgar seus projetos, ações e produções literárias, além de expor métodos de criação textual e comentar sobre o movimento literário dos últimos anos que ganhou força, sobretudo, com a proliferação dos saraus.

A força da literatura marginal e periférica e a efervescência dos saraus, por exemplo, serão alguns dos assuntos abordados por Sacolinha. Gomes discorrerá sobre a literatura de cordel, gênero recorrente de suas obras.

O circuito nacional de palestras continua até abril, quando Sacolinha e Gomes visitarão as cidades de Farias Brito, no Ceará, e Berilo, no Vale do Jequitinhonha, em Minhas Gerais, respectivamente nos dias 5 e 15. Eles já estiveram em Rio Branco, no Acre, e em Candelária, no Rio Grande do Sul. A escolha dos locais se deve ao fato de serem municípios carentes de ações voltadas à literatura e pouco visitado por escritores de São Paulo.

Segundo Sacolinha, coordenador do “Literatura nas Bordas”, a avaliação do projeto feita com base nas duas cidades visitadas é de que o mesmo vem cumprido seus objetivos:

“É visível a empolgação do público, tanto aqueles que ainda não leem e querem começar quanto aqueles que já leem e querem aumentar o ritmo da leitura. Nosso trabalho tem sido divulgado e a promoção dessas palestras tem sido bem aceita”, resume.

Outras informações sobre o projeto podem ser obtidas no endereço eletrônico sacolagraduado.blogspot.com.




quarta-feira, 16 de março de 2016

Na contra mão do sonho


Loucura, loucura mesmo
É isso que a gente faz
Iludido com o mundo
Deixa tudo para trás
Os amigos de infância
Irmãos, irmãs e os pais
Pensando em ser feliz
Termina sofrendo mais.

A gente que às vezes deixa
A  nossa terra querida
Fugindo da triste sina
Da vida pobre sofrida
Buscando em terras distantes
Algum alento pra vida
Sem saber que nos espera
Uma morte mais doida.

Perde logo a liberdade
Fortuna também  não ganha
Quando mais o tempo passa
Mais da vida a gente apanha
Sem condições de voltar
Não pede por ter vergonha
Finda morrendo longe
Da terra que tanto sonha.





Francis  Gomes 
Viva e deixe viver

Beber eu não bebo mesmo
Para dirigir a esmo
Sem saber o que estou fazendo,
Como uns bestas por ai
Que bebe pra dirigir
Matando e também morrendo.

Deus me livre eu tenho medo
De morrer assim tão cedo
Ou atropelar alguém.
Por isso também não corro
Assim não mato nem morro
E nem aleijo ninguém.

Aos ilustres corredores
Baladeiros, bebedores
Já que não pensa em você,
Veja bem por onde vai
Pense na mãe, no seu pai
Num filho que vai nascer.

O que, que você faria
Se acontecesse algum dia
Que um louco embriagado
Como um trem fora do trilho
Matasse sua esposa e filho
Sua mãe ou seu pai amado?

Só sabe a dor quem sente
É só quem perde um parente
Ou alguém muito amado,
Ai é que vai pensar
Mas não adianta chorar
Depois do leite derramado.

Por isso pense nos passos
Naqueles doces abraços
Que eles te deram um dia,
No vazio que a morte deixa
No paralítico que queixa
Da vida sem alegria.

Ande, porém não corra
Não beba não mate, não morra
Antes do dia marcado.
Viva e deixe viver
Mas se um dia morrer
Que não seja atropelado.
                                                                         

Francis Gomes

terça-feira, 15 de março de 2016

Escolhas

O certo nem sempre é justo
E o justo nem sempre é certo.
Ninguém é feliz vivendo pela metade
Mesmo que viva o tempo todo.
Mas é feliz o que vive por completo
Mesmo que seja metade do tempo.
A vida é cheia de escolhas, 
Mas muito curta para perder tempo
Sendo infeliz.
A escolha certa é a que te faz feliz.
Mesmo que seja errada aos olhos dos outros.
Faça sua escolha,
A felicidade é sua,
Os outros que façam suas escolhas.



Francis Gomes

quinta-feira, 10 de março de 2016

Ser especial é ser especial.



Nada é igual:
A beleza das orquídeas
O perfume das flores
O encanto das rosas!

Nada é tão lindo:
Como as cores de um arco íris,
O brilho das estrelas,
O cintilar de um diamante!

Nada é tão mágico:
Como em noite de lua cheia,
Recitar um poema de amor,
A quem ama e beijá-la.

Nada é tão forte:
Como o vento e a água.
O fogo que abrasa,
Os raios do sol!

Nada é mais maravilhoso,
Nem mais lindo,
Nem mais forte,
Nem mais mágico,
Do que tudo que falei.

Porém elas todas juntas,
Não são especiais como você.
Posso viver sem todas elas,
Sem todas elas eu seria poeta,

Mas sem você,
Como eu seria um poeta?
Nada me inspiraria,
Para quem eu recitaria
Meus versos de amor?

Porque ser especial a meu ver,
Não é ser linda ou encantadora,
Brilhante ou mágico,
Forte ou charmosa,

Maravilhosa, ou deslumbrante.
Não é ter cabelos longos ou curtos,
Olhos verdes, azuis, pretos,
pouco importam.

Ser alta ou baixa, magra ou gorda,
Nada disso importa,
Ser especial é ser como você.
Nada mais, simplesmente assim.
Como você. ESPECIAL.



Francis Gomes 

terça-feira, 8 de março de 2016

Violentadores e violentadas

Neste dia internacional da mulher eu não poderia de deixar de postar mais uma vez este poema que fala de mais uma das violência contra as mulheres.


 Violentadores e  Violentadas

Às vezes eu me pergunto
Qual é a graça que tem
Um pilantra e safado
Que não respeita ninguém
Como quem quer e não quer
Se aproveitar de uma mulher
No ônibus metrô ou trem.

Pergunto a este sujeito
O que ele ia achar
Se atrás dele tivesse
Um tarado a se esfregar?
Para este animal
Seria isso normal?
Será que ia gostar?

Pergunto mais uma vez
A esta mata sem trilha
A esta luz apagada
Estrela que nunca brilha.
Se a mulher abusada
Fosse sua namorada
Irmã sua mãe ou filha?

Responda pra você mesmo
E nem responda pra mim.
Qual seria a punição
Para um sujeito assim?
Porque pra mim este bicho
Eu capo e jogo no lixo
Se dane que achar ruim

Francis Gomes

segunda-feira, 7 de março de 2016

A todas as heroínas do mundo

A todas as heroínas do mundo

O dia D... tudo


Hoje, é o dia do pecado
Da perdição
Da salvação.
Dia do ódio,
Do amor
Da paixão.
Dia da falsidade
Da lealdade
Da verdade e traição.
Do sofrimento
Da alegria,
Da felicidade.
Dia da terra
Do mar, do céu,
Do sol, da lua,
Das estrelas.
Do ar, do fogo
Da água,
Do tudo.
Do visível e invisível,
Do espírito e da matéria.
Dia da avó,
Da mãe, da filha
Da neta.
Dia da casada,
Da solteira, da namorada
Da moça virgem.
Dia da patroa
Da empregada,
Da desempregada.
Da madame,
Da praticinha
Da favelada.
Dia da mulher séria,
Da amiga, amante
Da prostituta.
Dia da branca
Da preta,
Da baixa, da alta.
Da loira, da mulata,
Da bonita, da feia.
Dia da que foi,
Da que está presente
Da que há de vir.
Do princípio, do fim,
Dia de curas, e de dores
De muitos amores
De milhões de flores
De todas as cores,
Dia de guerra, e de paz,
De morte, e de vida,
Da melhor coisa que Deus criou
Dia INTERNACIONAL DA MULHER.



Francis Gomes

A todas as mulheres

Estrelas

São como lindas estrelas
São como rosas vermelhas
Em um jardim perfumado!
Igual a lua e sol
Formando um só arrebol
No mesmo reino encantado.

É cada sorriso lindo
São como flores se abrindo
Nas tardes de primavera!
São como pedras brilhantes
Colares de diamantes,
Tê-las pra mim, quem me dera!

São como a noite e o dia,
Cheio de encanto e magia!
Faz Parar até o vento.
Têm a essência das flores
Que enchem as almas de amores
E penetra no pensamento.

São loiras, brancas, morenas...
São altas, baixas, pequenas,
De qualquer jeito são belas.
Sempre nos levam ao delírio,
São para os olhos colírio
E não vivemos sem elas.

Elas são verão e inverno
Nos leva ao céu e ao inferno
Tufão de ódio e amor
Mesmo com todos os defeitos
São os seres mais perfeitos
Que o Deus eterno criou.



Francis Gomes
Importância


A importância das coisas não,
Está na sua forma ou estrutura
No seu peso ou densidade,
Na dimensão ou largura
Profundidade, tamanho
Nem mesmo na espessura.

A importância das coisas não,
Está no como foi é feita ou faz.
Mas nas sensações que nos faz sentir
Medo, inquietações, paz.
Porque a importância das coisas
Está no encanto que ela nos traz.

Assim é minha musa, meu amor.
Aos meus olhos ela é mesmo assim,
Por mais que ninguém veja nem der valor
Eu vejo nela uma beleza sem fim.
E mesmo que digam que ela não é nada
Ela é o ser mais encantador para mim.

Francis Gomes



sábado, 5 de março de 2016

Meus queridos nestas viagens com meu amigo e Irmão Sacolinha Ademiro, no projeto Palestras espetáculos, Literatura das Bordas. Além das palestras, ler livros, ainda sobra um tempinho para escrever.
Em cada viagem um livro foi lido, e um poema escrito

A mulher e o mar

A mulher é como o mar,
De longe, admirável enigmático.
Se aproxima um pouco, irresistível.
Exuberante, fascinante, fantástico.

Você toca te fascina, te seduz,
Você sente, te convence ir mais fundo.
Te abraça tão gostoso, que te prende,
E te induz a um abraço mais profundo.

Até que te prende por completo.
E te arrasta com a força de sua sedução
Nas profundezas de seus encantos e mistérios,
Te segura com a força da paixão

E encantado por sua divina beleza
Você vencido entrega os pontos
E perdido de amor se entre a morte
Fascinado por seus carinhos e encantos,

E depois que te mata de amores
E faz de você um ser cativo
Te joga para fora como o mar
Que só aceita dentro dele seres vivos.

Francis Gomes

terça-feira, 1 de março de 2016

PORQUE TE AMO



Te amo, não é pela sua beleza,
Nem pelos seus cabelos negros,
Nem pela cor dos seus olhos.
Te amo, não é pelo seu sorriso elegante,
Nem sua boca pequena
E seus lábios grandes.
Não é pela sua voz que sussurra,
Pelos seus braços que me apertam,
E suas mãos que me tocam.
Não é pelo seu corpo bonito.
Não é pelo seu jeito atraente,
Nem sua sensualidade.
Nem por que quero te amar.
Te amo por que não mando em meu coração,
Porque não controlo meus sentimentos,
E não consigo te odiar.
Só por isso, e por isso te amo.




Francis Gomes