POETA FRANCIS GOMES

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terça-feira, 16 de agosto de 2016

Amores amantes sem par


O amor, ah o amor. 
Este difícil relacionamento a dois
Seus mistérios segredos e sensações
Suas causas, ilusões desilusões,
Antes, durante e depois.

Esta busca da metade pela metade
Sem saber por onde começar
Em um mundo de encantos e desencantos
Encontros e desencontros
Amores amantes sem par.

Este sentimento abstrato
Complexo cheio de derivações
A onde os seres opostos,
Formam substantivos compostos
Praticam e sofrem ações.

No inicio não existe antônimos,
Os adjetivos são metáforas,
Sempre tem uma alternativa 
As falhas tem uma explicativa
E tudo termina em anáfora.

Porém depois de um período
Começa aparecer às exceções,
O sujeito já não tem qualidades
Surgem as obscuridades
E o barbarismo causa colisões

 Já não existe verbo de ligação,
Cada um em seu modo imperativo.
O plural volta para o singular
E cada um começa a procurar
Outro sujeito com novos adjetivos.

Quando o amor acaba é assim,
Sujeito composto sem predicado.
E o verbo que juntos conjugamos
Eu te amo, tu me amas, nos amamos,
Entre os dois não é mais conjugado.

Os possessivos usados no singular.
Antes era usado no plural.
O amor que antes era poemas
Transformou-se em um conto de dilemas
O protagonista morreu antes do final.

Francis Gomes

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